quarta-feira, 3 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
LEMBRO DE CAROL
Dedico os versos abaixo a uma amiga muito especial, que me faz muita falta.
Parabéns atrasado e grande beijo, Carolina Pavanelli.
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Morgado (SETE de março).
CAMILA – AMIZADE SEM REDUNDÂNCIAS
À Camila Mello, essa amiga sempre presente, nunca ausente, desejo (a continuidade de sua) vida próspera.
Sempre que nos falamos e quando leio seus e-mails, ela me faz lembrar o quão redundante é o termo "amigo verdadeiro." Se é amigo, é verdadeiro. Se não for verdadeiro, não pode ser amigo.
Os meandros da vida nos mantêm um tanto distantes, é verdade. Mas, uma vez ao ano - ao menos uma - hemos de nos encontrar. E dela ouvirei sermões sobre os remédios errados que comprei na farmácia, notícias sobre o Rock in Rio, conselhos para males do coração e uma dica legal sobre o que fazer no fim de semana.
Camila, PARABÉNS de novo e obrigado pela amizade! O mérito sempre foi mais seu.
RECEITA PARA UM BOLO DE FLOR
domingo, 12 de junho de 2011
NA PENUMBRA DA NOITE QUENTE
Na penumbra da noite quente
Minha mão sua mão achou
Tão encolhida sob o travesseiro reticente
Que uma voz na cabeça endossou:
É mão de gente
E duas mãos fizeram um sonho diferente
E firmaram o tal pacto redentor
Em que uma sente o que a outra não sente
De tal modo que um desejo dissidente
Que dê numa um arrepio divergente
Seja na outra a expressão do amor
Assim, sonhando fomos noite adentro
Mão com mão numa só direção
Divergindo e amando num só tempo
Onde segundos foram primeiros
nas horas que fazem esta canção
Cada qual no seu passo
Amando e desamando
Cada um na sua vez
noite adentro sonhando
Pois na nossa maré do descompasso
Mais vale uma mão na outra
e as duas voando
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Haikai para um amigo perdido
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
FAUSTO, o viajante do tempo.
Começo atrasado. Pois o primeiro homenageado aniversariou três dias atrás, dia 08 de Fevereiro. Trata-se do Fausto, também conhecido como Mausto, Chausto, Sagui, Arame Liso etc.
Minha amizade pelo Fausto cresce aos poucos, como uma nascente em seu paciente caminho rumo ao mar. Lembro-me de tê-lo visto primeiro na Cobal do Leblon, quando eu ainda detinha o título de "amigo-do-amigo" (intermédio do Weibert).
Engraçada essa matemática da vida, não? Ao contrário daquela da escola, onde "+ e + dão +", na vida os amigos dos amigos nem sempre nos apetecem. Mas, com o Fausto, senti de cara aquela bondade de coração típica das pessoas ingênuas, que preservam uma curiosidade pueril por tudo e enxergam as coisas como as contemplassem pela primeira vez.
Finda a noite, eu e Fausto éramos meros conhecidos, mas algo me dizia que nossos destinos ainda iriam se cruzar. E isso aconteceu uns anos depois, numa aula de alongamento da saudosa Copa Corpo Clube, academia de Copacabana. Depois da aula, trocamos umas palavras e voltamos a nos esbarrar outras vezes. No ano seguinte, já éramos parte da mesma tripulação. Víamo-nos na praia, saíamos para noitadas por aí, festas... Uma época fabulosa!

